"You and your dietary restrictions Said you loved me with a lot of convention I was waiting to be struck by lightning Waiting for somebody exciting Like you Oh, the thing that you do You make me go uuuh With the things that you do (you do, you do)..."
Esses dias fuçando o blog dos cariocas do Batida encontrei o clipe On my Shouders da banda The Do e adorei tanto que baixei o álbum A Mouthful inteiro. The Do bebe um pouco do folk pop, é um duo finlandês formado em 2007 por Dan Levy e Olivia Bouyssou Merilahti.
Faz um tempo que estou de olho neste guri. Ele me veio primeiro na linguagem cinematográfica, através da adaptação de seu romance Até o dia em que o cão morreu para o filme Cão sem dono de Beto Brant. Lembro-me que o povinho da faculdade e alguns amigos escritores falavam muito deste quase gaúcho, de seus contos e tals. Fiquei bem curiosa e depois de um bom tempo li finalmente o romance. E fiquei de cara com a competência literária, escrita despretensiosa, verdade dos personagens e melhor ainda o último capítulo com a visão da personagem Marcela, muito bom.
Li também um Galera menos maduro, porém não menos interessante, nos contos de Dentes Guardados no qual o prólogo de Hilda Hilst, dá para pressagiar o que vem: “Dentes guardados. Não acabam nunca se guardados. Na boca apodrecem.”
Dentro do projeto “Amores Expressos” de Rodrigo Teixeira, “Cordilheira” inicia as publicações do projeto que reuni uns 17 escritores de gerações diferentes, que foram meio que exilados em diversos lugares do mundo afim de colocar no papel as ficções criadas nesta imersão.
Assim nasceu a personagem Anita, escritora, que precocemente fez sucesso com seu único livro. Aos 27 anos Anita renega seu livro e quer ser mãe, essa importante decisão a faz romper um relacionamento, ir à Buenos Aires no lançamento em espanhol do livro e se jogar por lá, numa espécie de fuga emocional.
Primeira sacada: Galera traça fielmente as neuras da mulher contemporânea. De um lado somos completamente independentes e buscamos nosso crescimento profissional, meio como bem maior, estopim de nossa plena felicidade, estereotipado nas amigas de Anita. Em contrapartida está o campo dos relacionamentos e o forte desejo da maternidade que normalmente nos atormenta com a chegada à catraca dos 30. Tem também a forma crua de escrever sobre os momentos sexuais, mas, lírico, com visão de mulher. Adoro escritores homens que tem essa sensibilidade com personagens femininos.
Com a ida de Anita à Buenos Aires ela se envolve com um fã e seus amigos. E ai que a chapa esquenta. Neste momento começo a lembrar do ótimo filme de David Koepp o Janela Secreta. A obsessão de escritores por seus personagens a ponto de vivê-lo. Holden e seus amiguinhos são obcecados pela personagem Magnólia do romance de Anita. E ela embarga na loucura de mala e cuia.
Segunda sacada: o que é ficção e o que é reflexo de uma verdade no campo literário. Isso faz parte de conversas fiadas e afiadas de boteco com amigos. Um dia me disseram que eu só poderia me considerar escritora (tudo bem, não é minha pretensão mesmo, rs), no dia que escrevesse algo fora do meu mundinho. Meus personagens teriam que manter distância de meus sentimentos, minha vida. E nessa parte nonsense do livro, até onde a literatura deve nos levar está a boa liga do romance. Foi bem bacana ler sobre isso! ; )
Fica a dica, entenda melhor sobre tudo que escrevi, lendo o livro, super recomendo.
As folhas caem e meus pensamentos ladeira abaixo, é outono assim como em meu coração. Na mansidão da garoa que já vem refrescar, lhe aviso: aqui dentro há goteiras. E cada gota pinga na poeira formando um barrinho, uma laminha, um negocinho. É ele que não sei nomear... Está ali escondido faz estações e seu nome engasga ao soletrar, me furtam as letras, não existe palavra alguma para lhe dar. Habitante deste infinito deserto, meu e particular. Daquelas exclusividades que qualquer um gostaria de se livrar, mas, com o tempo a área vip torna-se seu reino e se ser exclusivo é um termo satisfatório para os livres de concorrência, uma alternativa amável aos solitários, me convido a brindar com os espectros. Ontem imergido das cartas o Diabo veio ao meu encontro. Escrava de uma paixão descomedida, norteada por tesões e falta de clareza de raciocínio. Estava pensando em você quando a tirei. Lembrei da minha insanidade pré limbo apático atual. E veio um Enamorado e em seguida o mistério conduzido por uma Rainha de Copas. Sei que existe pétalas do caos em mim, em tempos de luz eram aveludadas vistosas, mas, já causaram grande confusão, hoje não mais, estão se atrofiando, adormecidas. Me aconselharam a não sentir, deixar essa necessidade emocional de lado ou escondida, então, fui recolher as folhas caídas pelos jardins, pelas calçadas, pelas ruas, aumentando assim minha coleção. Uma mulher perdida em meio sua coleção de folhas secas.
O sol lambia o asfalto, sentia aquele cheiro de idoso que pairava no ar. A paisagem em movimento deslocava-se como naquelas mini TVs da infância, mas, eu não girava nenhuma manivela, só fechava meus olhos com medo da labirintite e quando os abria contemplava o lugar imaginado partindo. Lembro-me da sensação de tempo escoando, o tempo escorria pelos becos da cidade - não havia mais – não se tinha tempo. E apesar disso eu estava feliz, em minha bolsa carregava todos os meus sonhos.
“Quando Deus desiste de olhar vira abismo,
Sou abismo, não vejo Deus algum”
Fechei o livro e caminhei pelas ruas do centro.
Observei todos os detalhes da tarde vivida, tomei café olhando de soslaio para o casal que se encontrava na porta do cinema. A mocinha havia chegado primeiro e sua inquietude era notada pelos cigarros consumidos no curto espaço de tempo. Tempo? Sim, ele era marcado por passadas e compassado nas balançadas frenéticas das pernas cruzadas, eu tinha o hábito da ansiedade também, mas, naquela tarde estava só me enxergando no outro. Colocando-me de fora das situações, o OUTRO muitas vezes nos é espelho, eu me vejo nos outros, em você e me vi na mocinha ansiosa pelo encontro.
Hey! Who could your lover be? Hey! Who could your lover be? Let me eat off his head so you can really see!
O café acabou meus planos também, a mocinha encontrou seu par e foi embora, e Dylan continuou a cantar para mim.
Um cara que sai algumas vezes me disse que tinha uma tendência a não terminar as coisas, começava, sentia, gostava, quando estava se acostumando a situação ou coisa, ele desistia, simplesmente desistia, assim não teria que acabar. Acho que ele fez isso comigo, não me lembro por que não saímos mais...
É como que se estivéssemos na expectativa de um próximo encontro, não acabou, não acabamos com nada, definitivamente não acabamos. Ninguém disse mais nada a respeito, não houve um adeus. Fiquei com seu gosto na boca e quem sabe em 2022 marcamos um próximo encontro e nos veremos novamente com o mesmo gosto, com a mesma mordida no lábio inferior...
Era noite, bem tarde... Em desespero voltei para casa, não me lembro bem o motivo, mas, precisava partir, precisava ir para casa, esse era meu destino. Ele não entendeu muito bem, planejava ter-me essa noite, mas eu fui embora.
O grito contido no meio da madrugada. Um xingamento, tudo girava, o frio na espinha anunciava o fim – C´ete fini! Não dava para respirar, minhas queixas não eram ouvidas, minhas respostas muito menos, e ele veio até mim trazendo um rosto expressionista, roubara de Munch. No meio da escuridão a luz dura do poste o iluminava e o capacete fora retirado. Dei conta do que realmente havia acontecido, estávamos jogados na calçada. Zonza tentando buscar um sentido, minha carne, meu corpo, minhas feridas e minha bolsa rasgada.
Lá havia os OUTROS e eles não faziam parte disso ou nós não fazíamos parte daquilo. Era cinza, com aspecto de mofo, lembrei-me dos personagens de Jeneut. Gemidos eram ouvidos e abafados, meu corpo imóvel, tudo era pesado, tive medo, como nunca tive em toda minha vida. Os OUTROS nos lançavam olhares longos. Um plano? Como assim um plano?
-Eles querem!- ele foi levado
“Ooh, baby, thank you for my tea! Baby, thank you for my tea! It's so sweet of you to be so nice to me.”
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O fim não havia chegado, e nada acabou. E eles não conseguiram tomar-me a bolsa...meus sonhos continuaram lá dentro, guardados!
A ótima companhia de teatro ex-orquestração cênica atual Garagem 21 dirigida pelo César Ribeiro, vai encarar 8 meses de temporada no Satyros com quatro peças, dentro do projeto Naftalinas na Garganta (destaque para o título, very good, baby!). Digo vale super a pena conferir, textos ótimos, atuação verdadeira e Rammstein na trilha. Segue a sinopse das peças, maiores infos sobre o trabalho da cia e outras doses no blog do César http://ciadeorquestracaocenica.zip.net/:
7 de março a 26 de abril QUEEN - A FESTA (primeira parte do projeto Naftalinas na Garganta) Tendo estreado em 1998 e agora em sua quinta temporada paulistana, a peça é uma festa teatral em que o público é convidado a beber vinho e dançar músicas disco para comemorar o aniversário de Queen, a deusa da loucura, em uma danceteria no último dia do terceiro milênio. Direção e texto: Cesar Ribeiro
Com: Sergio Silva Coelho Sábados e domingos: 18h30
Dur: 60 min 12 anos 50 lugares R$ 20
2 de maio a 28 de junho SESSENTA MINUTOS PARA O FIM (segunda parte do projeto Naftalinas na Garganta) Inspirada em Beckett, a peça mostra a história de dois atores que aguardam em um teatro em ruínas a chegada de um público que nunca aparece. Direção e texto: Cesar Ribeiro
Com: Ulisses Sakurai, Paulo Campos e Priscilla Maia Sábados e domingos: 18h30
Dur: 60 min 12 anos 60 lugares R$ 20
4 de julho a 30 de agosto CIGARRO FRIO EM NOITES MORNAS (terceira parte do projeto Naftalinas na Garganta) Inspirada em Nelson Rodrigues e Plínio Marcos, a peça apresenta a história de um legista que tenta convencer uma prostituta a aceitar que está morta. Direção e texto: Cesar Ribeiro
Com: Paulo Campos, Rosangela Guidini e Priscilla Maia Sábados e domingos: 18h30
Dur: 60 min 12 anos 60 lugares R$ 20
5 de setembro a 25 de outubro SOMENTE OS UÍSQUES SÃO FELIZES (quarta parte do projeto Naftalinas na Garganta) Um homem precisa juntar 13 bitucas de cigarro para salvar a humanidade do julgamento final. Faltando apenas uma, ele se encontra preso em um aposento depois que a chave foi comida por um pássaro de pelúcia com prisão de ventre. Direção e texto: Cesar Ribeiro
Com: Ulisses Sakurai e Priscilla Maia Sábados e domingos: 18h30
Dur: 60 min 12 anos 60 lugares R$ 20
ESPAÇO DOS SATYROS 2 Praça Roosevelt 134 3258.6345
Eles vieram do outro lado da rua e me disseram que era masculina, e eu discordei de todos. Papinho mais machista esse, logo ela, então afirmo não é masculina. A palavra!
Peço para me pagarem um drink e continuamos com as mesmas conversas triviais de sexta a noite. Meninos e meninas perdidos pelos botecos da cidade, exalando o mesmo feromônio pelas calçadas. Minha pele suando, e quando ele veio me falar ao ouvido minha pele toda se arrepiou da nuca ao final da espinha. Ah! Ele sabia me confundir com seus leros de malandro, os diálogos eram afiados como num “qüiz” a queima roupa, me constrangia. Sinto vontade de me retirar daquele lugar, daquela cidade do mundo e... Cansa a postura de sabichona querendo ser mais esperta que ele em tempo integral. Mas, ele veio até mim e disse o que não foi dito, mas, não era um truque eu de fato já sabia de tudo. Não sei se em forma de desdém, certa condescendência para cima de “moi”. Tudo bem eu confesso fiquei com um puta tesão, diria que ele conseguiu um match point e se não estivesse vestida de fêmea rejeitada, teria reagido.
Em delírio houve uma não-pausa e cheguei a pensar o porquê não lhe desprezei? Porque não perder, afinal o silêncio é belo. Muitas vezes essa falta de vida me conforta, me levando a lugares inimagináveis, crio esse novo lugar quando você não está por perto, quando estou em silêncio.
Eu fui amada num país para além dos sonhos...
Ainda em delírio, o que me tortura é essa face calma, essa cara de estátua grega, branca e fria como o mármore. Vociferarei palavras chulas aos ídolos, gritarei contra a parede e não obterei uma única ruga, um tremor no olho esquerdo, um nada!
Eu fui amada num país para além de meus próprios sonhos.
Sendo o delírio, não concluo no ardor do surto minha condição de louca que estranha a própria alma. E quebro todos os cristais, todos seus vinis, rasgo todos os seus livros, como se minhas feridas não fossem maiores. E você homem mármore, contempla minha ira como expectador, do que eu viria a me arrepender anos mais tarde.
Eu (fui) não sou mais amada em terra alguma!
E se o deliro da saudade vir visitar-me em noite qualquer, não terei coragem de desfragmentar nossos sentimentos perdidos ao longo da despedida, do fim. Não conseguirei achar cara, mesmo você não a vendo, em te ligar para dizer que: Sim! Admito para mim mesma e agora a ti: você um dia teve razão.
Tornei-me então uma estátua. Desolada ouço Jandek, estou granulada e desfocada para o mundo, você já percebeu isso?
Meus pensamentos? Mais desordenados do que nunca se unem ao som desafinado "At the edge of reality You'll find the bird who'll sing to thee... "
Olhei para trás em direção ao país que se formou em meus sonhos.
Com 13 e 11 anos, respectivamente, os garotos Kuro(o Preto) e Shiro(o Branco) moram em um carro abandonado, na caótica Cidade do Tesouro, e são conhecidos como os Neko (gatos), virando-se à base de pequenos crimes e protegendo sua área das ameaças externas. As coisas ficam graves -e violentas- quando um chefão da Yakuza, a máfia japonesa, decide usar a área como base para um parque temático que servirá para lavar dinheiro. O visual fantástico -a cargo do premiado Studio 4 C- é responsável por boa parte da diversão (e da qualidade) do desenho. Chama a atenção também a mistura de animação tradicional com a computadorizada. A história em si (assim como o ritmo) não tem a mesma qualidade dos gráficos, mas não compromete o resultado final. Dirigido pelo americano Michael Arias radicado no Japão há 16 anos, inspirado no mangá de Taiyo Matsumoto, Tekkonkinkreet, tem como influência o brasileiro Cidade de Deus. Mistura muito rica e de bom sabor!
Experimento Bruto I, resultado do processo colaborativo realizado no lançamento do Acervo Mariposa em 10 de dezembro de 2007 na Sala Crisantempo São Paulo.
O sentido do prazer: movimento#2
A videodança O sentido do prazer: movimento#2 foi produzida em 2007 por Andrea Maciel dentro do projeto coLABoratório. Foi exibido na 2ª edição do festival PLAY REC - II Festival Internacional de Videodança do Recife. Com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o PLAY REC tem como tema este ano a relação Corpo X Imagem.
Auto Retrato
Auto-retrato de Carolina Cony esteve na programação da II Mostra Internacional de Videodança de São Carlos deste ano, dentro do programa Dança em Foco ON TOUR 2008.
Butoh Dance Performance
Performance de Imre Thormann, um dançarino suíço de Butoh. Imre apresentou-se
no Templo Hiyoshi Taisha em Shiga, Japão no verão de 2006
"Prometo me apropriar da prosa e ser fiel ao lirismo, que ele tome conta de nós."
Ontem estava sem tempo para lirismos. O tempo corrido que corroia meus sentidos, fazendo-me refém dos algarismos do ponteiro do cotidiano. Eis que você chega cheio de reticências, aquelas nos finais das frases que me dão certo frio na barriga. Por que elas nos permitem a sonhar, a dar continuação, num futuro breve ou não. As reticências são donas de uma estória não contada, se antes, cria-se o mistério do ocorrido não divulgado, algo aconteceu, mas Clarice não nos contou... O caso parte de algo ocorrido, já vivido, já sentido e aqui estamos no calor dos acontecimentos, no assunto que realmente importa, mas, o antes engatilhou o presente. Ao final, bem... ao final, elas são sugestivas e se já há o desejo em algo que ainda seria sonhado, ele se enche de volúpia e sede para com o futuro. Meu senso estético não concebe um final "FINAL", quando designamos que tudo de fato acabou? O the and é real? Para mim as coisas se transformam. Ou essa idéia seria um reflexo de meu medo em colocar as coisas a cabo? Talvez. Vou tentar novamente.
...notei que ele possuía movimentos de butoh, certa leveza no movimentar, mas, a leveza do movimento contrapunha-se a densidade de sua forma de se expressar. Pensei nele como um personagem de clown, havia um humor naquela pessoa, mas sentia um peso, talvez, um pessimismo, não sei ao certo. Pessoas meio sisudas no fundo são engraçadas. E o que sei dele até então, é sobre suas reticências, a permissão que me foi dada para descobrir um pouco mais e quero no encanto exclamativo, que também já sei que lhe agrada, me aventurar nessa possibilidade de encanto, que se fez a primeira vista... Sem conhecer, sem saber das reticências e das exclamações, só com a expressão de seus movimentos leves, tornou-se encantado.
homem encantado encantado encantado homem
Eles não costumam usar reticências, elas são recursos de Clarices, Hildas, Virgínias, Raqueis, Cecílias. Mas, quando eles as merecem, é a forma mais linda de dizer: SONHAR. É o chamado estilo, ás vezes, careta colocar gênero nele, mas, observe e tire suas conclusões, é raro. Como as pessoas que se permitem sentir, são raras. E esses fenômenos inspiram e me trazem com gosto ao lirismo já perdido. Fico boba sem me achar ridiculamente boba e ...
Bené da flauta, andarilho de Ouro Preto, profeta, filósofo, artista. No Natal de 1992 , o prefeito Angelo Oswaldo resolveu montar uma árvore de Natal na praça Tiradentes...Bené estava ali e o prefeito perguntou sua opinião, Bené sentencia:
“É uma dessas inutilidades que nos deixam deveras apreciado"
Outra frase famosa deste, que a biografia tão incerta, lhe fez de lenda nas ladeiras de Ouro Preto:
“Assim sim, mas assim também não. Essa vida é mesmo assim, quem é muito no começo, chora saudades no fim”