O verso e A vírgula

Hoje eu quero ser poeta, morrer dentro de um verso, lido por você. LEIA-ME! A poesia surgiu como um grito de alívio, ela saiu de lugares obscuros, latejando no estômago, feito fome. (ou aquela vontade de comer, por que se deve comer - GULA!) A realidade de tão velada tornou-se o lado de fora, como se ela não interagisse com o que dói aqui dentro, ela me fugiu. Ai está frio ou morno? Se você não me disser ficarei sentada aqui no escuro, tentando dormir e torcendo para sonhar novamente, talvez eu me lembre de como foi aquele dia, quais foram os cheiros, seus cheiros, seus ruídos, sua temperatura.
Escrito por Dani Porto às 00h30
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